Vôlei Paralímpico – O diferencial do CMP

Venha acompanhar a nossa equipe de voleibol paralímpico!

Círculo Militar do Paraná

 

Voleibol Paralímpico - CBC
Foto: Agência Brasil -
Empresa Brasil de Comunicação S/A - Marcello Casal Jr

 

Através do  convênio com o Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), o Círculo Militar do Paraná vem incentivando o engajamento no esporte, criando uma equipe de iniciação esportiva paralímpica voltada para o rendimento individual, tendo a frente da mesma  o professor Marcelo Francisco de Oliveira, formado em educação física,  trabalha há 12 anos com esta modalidade, já treinou esportistas que participaram de paralimpíadas representando o Brasil. Para ele, a modalidade possibilita uma nova perspectiva para o paratleta, proporcionando a retomada da autoestima e a inclusão na sociedade. “O vôlei sentado tira o deficiente físico de dentro de suas casas, que muitas vezes estão lá sem fazer nenhuma atividade, com algum problema de relacionamento ou em depressão por causa da amputação e insere-o no esporte. Isso é importante porque ele convive com outros deficientes, o que ajuda ele a recuperar a autoestima.”

 

História

 

O Paravolley – Volei Sentado , surgiu a partir da união do vôlei com um esporte alemão chamado “sitzball”, no ano de 1956.

Em Arnhem, na Holanda, no ano de 1980, o esporte estreou oficialmente nas olímpiadas, e a ainda dividia espaço com a modalidade disputada em pé.  

No ano de 2004, nas olímpiadas de Atenas, a modalidade passou a contar com apenas a participação de atletas sentados  e atualmente a modalidade é praticada em aproximadamente 50 paises.

As equipes de vôlei paralímpico contam com a participação de 6 atletas, que são divididos por uma rede que mede 1,05 na categoria feminina e 1,15 da masculina. As regras são parecidas com as do vôlei convencional, porém os participantes precisam estar sentados no chão

 

 

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